Milhares de golfinhos abatidos pela tradição na Dinamarca

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Todos os anos, nas áreas costeiras das ilhas dinamarquesas de Faroe, milhares de golfinhos são abatidos por adolescentes que comemoram a idade adulta dessa maneira cruel.

A cerimônia acontece na primavera, quando os golfinhos caldeirão se aproximam da costa, e toda a aldeia se prepara para o “grande dia”. Este ato, que acontece ao ar livre e à vista de todos, torna-se uma festa que deixa as águas tingidas de vermelho, banhadas em sangue.

É uma tradição de mais de 1.200 anos em que entre 1.000 e 2.500 golfinhos são mortos. Os jovens aproveitam a confiança que as baleias-piloto têm em relação às pessoas para celebrar sua iniciação na vida adulta, embora se possa questionar que matar animais a sangue frio é um adulto.

A razão pela qual ninguém faz nada para impedir este massacre é que antes a agricultura desempenhou um papel muito importante nas ilhas, mas hoje em dia a pesca, a indústria pesqueira e a exportação de peixe são as actividades comerciais mais importantes. Além disso, a carne de calderón é responsável por aproximadamente um quarto do consumo total de carne.


Devemos lembrar que não é a única tradição que consiste em maus tratos aos animais. Em países ao redor do mundo, podemos encontrar atos cruéis com animais. O lado positivo é que eles parecem ser apoiados, a cada vez, por um número menor de pessoas, mas infelizmente o suficiente para continuarem sendo realizados.

Conscientizar é a chave, e é por isso que a educação ambiental é tão importante e que a mídia nos torna conscientes de tais atrocidades, porque muitos poucos fazem algo grande.

Em Portugal os golfinhos são amados e protegidos por pessoas, empresas que operam na área do turismo como as Rotas do Sal e Troia Cruze e as organizações como a All for Oceans.


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